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Lista de serviços
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Festa das águas Oxum e IemanjáBotāo de texto Lista Item 1
A Festa das Águas, realizada em janeiro, marca a abertura ritual da Casa do Príncipe e celebra as forças sagradas de Oxum e Iemanjá, senhoras das águas doces e salgadas. O encontro reúne canto, reza e partilha, reafirmando o respeito aos rios, às fontes, ao mar e à vida que deles nasce.
A celebração orienta a entrega de presentes sustentáveis, fortalecendo a consciência ambiental e o cuidado com a natureza, em sintonia com os ensinamentos dos Orixás.
Mais que um rito, a Festa das Águas é um gesto de devoção, responsabilidade e compromisso com o equilíbrio das águas e o bem viver coletivo.
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Ajodun Logunede e oxossiBotāo de texto Lista Item 2
O Ajọdún de Logun e Oxóssi, celebrado no mês de junho, reverencia os Orixás patronos da Casa do Príncipe, guardiões da mata, da fartura, da juventude e do equilíbrio. A festividade reúne rito, canto e partilha, fortalecendo a conexão com a natureza, a ancestralidade e os princípios de cuidado com a vida.
Mais que uma celebração, o Ajọdún afirma o compromisso do terreiro com a preservação das matas, a abundância responsável e a formação espiritual da comunidade, renovando o axé da Casa e o vínculo com seus Orixás regentes.
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Caruru dos IbejisBotāo de texto Lista Item 3
O Caruru de Ibeji é uma celebração da Casa do Príncipe dedicada aos Erês/Ibejis, símbolos da alegria, da infância e da renovação da vida. Por meio do preparo e da partilha do caruru, o rito fortalece os laços comunitários, celebra a abundância e reafirma o cuidado com as crianças e com o brincar como fundamentos do axé.
Mais que uma tradição alimentar, o Caruru de Ibeji é gesto de amor, proteção e continuidade, onde a alegria se torna oferenda e a comunidade se reconhece como família.
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OlubajeBotāo de texto Item de lista 4
O Olúbàjẹ́ é uma celebração sagrada dedicada a Omolu/Obaluaiê, Orixá da cura, da transformação e do cuidado com a vida. Por meio da partilha ritual do alimento, o Olúbàjẹ́ reafirma a solidariedade, a coletividade e a confiança nos processos de cura física, espiritual e comunitária.
Mais que um rito, o Olúbàjẹ́ é gesto de reverência, esperança e renovação, onde o alimento se torna remédio e o encontro fortalece o axé da Casa e de toda a comunidade.
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Ajodun oya e xangoBotāo de texto
O Ajọdún de Oiá e Xangô celebra as forças do vento, do fogo e da justiça, reafirmando o equilíbrio entre movimento e firmeza. Dedicada a Oiá, senhora dos ventos e das transformações, e a Xangô, Orixá do trovão e da justiça, a celebração reúne rito, canto e partilha, fortalecendo a coragem, a verdade e o senso de justiça na comunidade.
Mais que uma festa, o Ajọdún renova o axé da Casa, inspira retidão, transformação e compromisso coletivo com o bem viver.
Lista de serviços
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Aos pés de XangôBotāo de texto Lista Item 1
A Roda de Diálogos da Casa do Príncipe – Aos Pés de Xangô é um projeto de escuta, partilha e formação comunitária que fortalece a palavra como instrumento de justiça, equilíbrio e transformação. Inspirada na força de Xangô, Orixá da justiça e do fogo que ilumina, a iniciativa reúne filhos e filhas da comunidade, lideranças religiosas e moradores do território para dialogar sobre espiritualidade, direitos, memória, justiça social, meio ambiente e enfrentamento ao racismo religioso.
Realizada em formato circular, a roda reafirma o terreiro como espaço de saber, acolhimento e construção coletiva, onde a palavra circula com respeito, ancestralidade e compromisso com o bem viver.
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Sabeje nas redesBotāo de texto Lista Item 2
O projeto Sabêjé nas Redes é uma iniciativa da Casa do Príncipe que utiliza as plataformas digitais como espaço de valorização da cultura, da espiritualidade e dos saberes de matriz africana. A partir do ritual do Sabêjé, celebração dedicada a Omolu/Obaluaiê, o projeto amplia o alcance da tradição, promovendo educação, combate ao racismo religioso e fortalecimento da identidade afro-brasileira por meio de conteúdos formativos, registros culturais e ações de comunicação comunitária.
Ao levar o axé para as redes, o Sabêjé nas Redes reafirma o terreiro como território vivo de memória, cuidado, resistência e partilha de saberes ancestrais.
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Caruru CulturalBotāo de texto Lista Item 3
O Caruru Cultural é uma ação comunitária da Casa do Príncipe que articula alimentação sagrada, cultura e educação. A partir da tradição do caruru, alimento ritual dedicado aos erês, o projeto promove momentos de partilha que integram contação de histórias, poesia, exposições culturais e expressões artísticas ligadas à memória afro-brasileira e à vida do território.
Mais que uma refeição coletiva, o Caruru Cultural é espaço de encontro, escuta e aprendizado, onde o alimento, a palavra e a arte se unem como instrumentos de cuidado, ancestralidade e fortalecimento comunitário.
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Eko Ile OrixaBotāo de texto Item de lista 4
O Eko Ilê Òrìṣà é um projeto da Casa do Príncipe que articula espiritualidade, cultura e educação a partir dos saberes do terreiro. A iniciativa desenvolve oficinas de dança, culinária tradicional, corte e costura e couro e costura, valorizando práticas ancestrais ligadas ao corpo, ao alimento, ao vestir e ao fazer manual.
Por meio dessas vivências, o projeto fortalece a identidade afro-brasileira, promove a transmissão de saberes entre gerações e reafirma o terreiro como espaço de criação, aprendizado, cuidado e sustentabilidade cultural.
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Projeto Mojuba onileBotāo de texto
Mojubá Onílè é um projeto da Casa do Príncipe que reverencia a Mãe Terra como fundamento da vida, da espiritualidade e da ancestralidade. A iniciativa integra ações de reforma e manutenção da Casa de Barro de Omolu, realizada com técnicas tradicionais e respeito aos saberes ancestrais, reafirmando a relação sagrada entre terra, corpo e cura.
O projeto também promove Rodas de Diálogos comunitárias, fortalecendo a escuta, a partilha de saberes e o debate sobre justiça ambiental, território e direitos, além do Sabêjé Virtual, que amplia o alcance da tradição por meio das redes digitais, valorizando a cultura de terreiro e enfrentando o racismo religioso.
Ao saudar Onílè, Mojubá Onílè reafirma o terreiro como espaço de cuidado com o chão, com as pessoas e com o futuro, unindo espiritualidade, cultura e compromisso socioambiental.








